Paraná estuda implantar toque de recolher e fechar parques, diz secretário

Escrito por em 01/12/2020

Para conter o avanço da Covid-19, o governo do Paraná está estudando implantar toque de recolher e fechar praças e parques em todo o estado, de acordo com o secretário de Saúde, Beto Preto.

De acordo com boletim da Secretaria da Saúde (Sesa) de segunda-feira (30), o Paraná tem 277.424 casos confirmados do novo coronavírus com 6.099 mortes.

Segundo o secretário, o governo avalia implantar o toque de recolher das 23h às 5h em todo o estado para evitar a circulação do vírus. Beto Preto disse que a medida pode ser anunciada nos próximos dias.

Beto Preto disse ainda que os servidores que atuam nas repartições públicas estaduais podem voltar a trabalhar no regime de home office. Além disso, o governo deve recomendar que os municípios e outras esferas do poder adotem a mesma medida.

Leitos nos hospitais

Em entrevistaBeto Preto afirmou que a rede estadual de saúde está reativando leitos nas alas de Covid-19 dos hospitais para atender a demanda.

O gestor reforçou que não há falta de assistência, mas disse que a rede pública está chegando ao limite da capacidade de atendimento.

Além disso, nesta terça-feira, entrou em vigor a suspensão das cirurgias eletivas em todo o estado pelo período de 30 dias.

De acordo com o secretário, a medida foi necessária para remanejar equipes e leitos para acomodar mais pacientes.

O governo também não descarta a ampliação da rede de hospitais que trabalham contra a Covid-19.

Provas do PSS

O governo do Paraná está avaliando ainda a realização das provas do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de 4 mil professores. Cerca de 47 mil pessoas se inscreveram no edital.

As provas estão marcadas para o dia 13 de dezembro, mas poderão ser alteradas caso haja um aumento no número de casos, de acordo com o secretário Beto Preto.

O gestor disse que há a necessidade da realização da prova, mas que o processo só será feito se houver a manutenção e garantia dos parâmetros de segurança.

Fonte: G1


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